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A S&V tem como missão, disponibilizar o acesso a uma educação de qualidade, popularizando o conhecimento por meio de plataformas digitais de ensino à distância. Nossa prioridade é a oferta de conteúdos acadêmicos de extensão, na modalidade Curso Livre

A S&V reconhece que para cumprir a sua missão necessita de agregar profissionais experientes em suas áreas de atuação, muitos deles docentes e pesquisadores universitários, mestres e doutores, que pensam de forma semelhante e que tenham princípios éticos colaborativos basilares de respeito às diferenças e à justiça social.

A S&V visa se tornar uma referência em suporte educacional de qualidade para professores, empresas, ONGs e faculdades, nos próximos 5 anos.

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Os cursos/oficinas são oferecidos na modalidade Livre, não sendo necessária portaria de regularização. O certificado é válido em todo o território nacional.

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Professor, temos soluções interessantes para o uso da plataforma EAD com seus alunos.

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Abelhas Nativas / Workshop

Cursos/oficinas de curta duração presenciais, de natureza teórico/prática, com a participação de diversos especialistas.

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O curso aborda sobre técnicas de beneficiamento e comercialização dos produtos das abelhas de forma a atingir segmentos de mercado interessados em produtos naturais e sustent...

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O curso visa oferecer as ferramentas necessárias para gerenciar projetos comunitários de meliponicultura comunitária

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Avança a regulamentação da meliponicultura – 2

Por : João O Malheiros 14/05/2019

Mais dois Estados entram na lista dos que já possuem leis que regulamentam a criação de abelhas sem ferrão, Bahia e Paraná. E outros dois, Amazonas e Rio de Janeiro, aparecem em nosso esboço do panorama nacional, com resoluções e/ou projetos de regulamentação. O leitor pode colaborar completando ou aprimorando o quadro, enviando outras informações para o e-mail. contato@scienteveritas.com.br.

 

Bahia – Desde fevereiro do ano passado, está em vigor a leiestadual aprovada pela Assembleia e sancionada pelo governador. O movimento SlowFood saudou a Lei como conquista resultante da atuação de grupos de meliponicultores, chefs, universidades baianas, pesquisadores, instituições do governo, associações civis como a AME-Bahia.

 

Paraná – Desde outubro de 2017 o Estado tem sua Lei que regulamenta a produção, comercialização e o registro de mel de abelhas sem ferrão. A lei cria um selo de qualidade e institui um cadastramento para saber o número de produtores no Estado.

 

Amazonas – Há uma resolução do Conselho Estadual de Meio Ambiente regulamentando a criação de abelhas sem ferrão desde abril de 2017. Um projetode lei (202/2017) criando a Política Estadual de Meliponicultura foi aprovado pela Assembleia Legislativa, mas não foi encontrada a informação sobre a sanção do então governador.

 

Rio de Janeiro – O projetode lei que regulamenta em conjunto a apicultura e meliponicultura começou a tramitar em 2017 e está aguardando parecer na Comissão de Meio Ambiente, a terceira das sete comissões que vão analisa-lo.

 

Clicando no hiperlink você tem acesso aos textos das leis ou outra referência. Comentários sobre a situação da regulamentação em seu Estado são bem-vindas. Algumas questões da legislação para a legalização da atividade meliponicultora são tratadas nos cursos on-line da série Meliponicultura numa abordagem ecossistêmica do www.scienteveritas.com.br

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Oficina sobre legalização da meliponicultura no Maranhão acontece no IFMA no Dia Mundial de Meio Ambiente

Por : João O Malheiros 26/05/2019

Vai acontecer no IFMA do Monte Castelo, São Luis, no próximo 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Oficina Meliponicultura Ativa, da qual participarão criadores de abelhas sem ferrão, técnicos de órgãos públicos e de organizações da sociedade civil, especialistas das Universidades, estudantes e professores.

 

Durante todo o dia, os assuntos trabalhados serão, pela manhã, os aspectos políticos do processo de legislação da meliponicultura no Maranhão e no Brasil; pela tarde, serão abordados os aspectos técnico e científicos das normas oficiais da criação de abelhas nativas.

 

À noite, acontecerá um curso rápido sobre as abelhas sem ferrão para estudantes de licenciatura e professores de biologia e ciências naturais. O conteúdo será apresentado pelos professores Me.Cíntia Pacheco (PGAN/UFMA), Dra. Eleuza Tenório (UEMA) e Dr Murilo Drummond (PGAN/UFMA).

 

A iniciativa da Oficina é da Amavida. Participam da promoção a Associação Agroecológica Tijupá, o IFMA-Monte Castelo, a AGED, o Programa Abelhas Nativas/UFMA, a UEMA,  ISPN e a ASAMaranhão.

 

As vagas presenciais são limitadas. Haverá transmissão on-line em tempo real pela web pelo site scienteveritas.com.br. Já está disponível o link para as inscrições, que são gratuitas: https://bit.ly/2w844EU.

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Nossas mal-tratadas águas de todos os dias

Por : João O Malheiros 17/04/2019

No dia 22 de março aconteceu mais um Dia Mundial da Água. É uma efeméride que, como toda data comemorativa, tem uma história. A data foi adotada por recomendação da Agenda 21 que foi aprovada na grande conferência mundial do meio ambiente, a Rio 92. A Assembleia Geral da ONU sancionou a recomendação no dia 23 de fevereiro de 1993 e o primeiro 22 de março como Dia Mundial da Água acontece naquele ano.


A situação geral dos rios brasileiros é a melhor medida de aferição do grau de sucesso das legislações ambientais que apontam a reversão da degradação e para avaliação das práticas sociais que impulsionam processos deletérios e impactos destrutivos. Rios em meio urbano expressam bem todo o potencial negativo da incúria socioambiental que tem prevalecido.


A boa saúde das águas das grandes bacias brasileiras depende em grande medida de cuidados sistêmicos. E o resultado destrutivo gritante nos grandes rios urbanizados é “café pequeno” em relação ao que acontece na outra ponta, a invisível, nas pequenas e micro-bacias, com a extinção em massa dos olhos-d’água, as nascentes.


A relação das abelhas nativas com a água é vital. Não há hipótese de uma meliponicultura sem fonte adequada de água. A água é fonte de sustentação das abelhas e parte fundamental do principal produto, que é composto de 18 a 30% de água, dependendo da espécie. Todos os corpos, mas principalmente os cursos d’água – córregos, riachos, ribeirão, rio – são determinantes para a vida das espécies, incluindo a nossa, a humana.


Os rios urbanos e a água para as cidades estavam no foco das campanhas de 1999 e 2011. Para nós – as abelhas e os humanos  - preservar as nascentes e as micro-bacias hidrográficas, com o devido respeito aos ecossistemas associados a sítios com nascentes, seja em meio rural ou urbano,  seria um ótimo tema global para o próximo Dia Mundial da Água.

 

 

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