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A S&V tem como missão, disponibilizar o acesso a uma educação de qualidade, popularizando o conhecimento por meio de plataformas digitais de ensino à distância. Nossa prioridade é a oferta de conteúdos acadêmicos de extensão, na modalidade Curso Livre

A S&V reconhece que para cumprir a sua missão necessita de agregar profissionais experientes em suas áreas de atuação, muitos deles docentes e pesquisadores universitários, mestres e doutores, que pensam de forma semelhante e que tenham princípios éticos colaborativos basilares de respeito às diferenças e à justiça social.

A S&V visa se tornar uma referência em suporte educacional de qualidade para professores, empresas, ONGs e faculdades, nos próximos 5 anos.

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Abelhas Nativas / Cursos on-line

Cursos sobre meliponicultura e conservação de abelhas, totalmente on-line

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Um painel com conteúdo aperitivo gratuito dos cursos oferecidos

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Manufatura e Comercialização de Produtos das Abelhas Sem Ferrão

O curso aborda sobre técnicas de beneficiamento e comercialização dos produtos das abelhas de forma a atingir segmentos de mercado interessados em produtos naturais e sustent...

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Avança a regulamentação da meliponicultura - 5

Por : João O Malheiros 03/06/2019

Em nosso percurso pelos Estados, veremos como está a situação da regulamentação nos últimos 9 deles e no Distrito Federal. Em um dele, há apenas legislação da apicultura, e noutro, uma lei que regulamenta a meliponicultura junto da apicultura.

Pernambuco – Não tem lei estadual da meliponicultura.

Distrito Federal – Nenhuma notícia de regulamentação.

Acre – Não tem lei, mas há um projeto de lei federal proposto por uma parlamentar acreana.

Goiás – Não encontramos lei estadual para as abelhas sem ferrão. Mas há uma resolução do CEMAM - Conselho Estadual de Meio Ambiente que regulamenta a atividade.

Ceará – Só encontramos a notícia de um projeto de indicação sobre a necessidade de um marco regulatório para a atividade.

Mato Grosso – Nenhuma regulamentação foi encontrada. Há uma lei ordinária aprovada em 2017 determinando que o Estado tenha um Programa de incentivo à apicultura nos assentamentos, mas nada se sabe de tal política.

Mato Grosso do Sul – Há uma lei estadual promulgada e sancionada em 2008. Regulamenta a meliponicultura junto com a apicultura.

Piauí – Nada sobre regulamentação da criação de abelhas nativas e, curiosamente, tampouco sobre a apicultura.

Tocantins – Nenhuma informação sobre regulamentação.

Roraima – Há uma lei estadual exclusiva para a apicultura de 2003. Não há legislação da meliponicultura.

Um quadro mais completo e detalhado continuará sendo composto. O leitor pode colaborar enviando informações para o contato@scienteveritas.com.br. O tema também será abordado na Oficina Meliponicultura Ativa, que acontece nesta quarta-feira, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. Você pode se inscrever gratuitamente neste evento pelo link http://qrco.de/bb9MCq.

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Oficina sobre legalização da meliponicultura no Maranhão acontece no IFMA no Dia Mundial de Meio Ambiente

Por : João O Malheiros 26/05/2019

Vai acontecer no IFMA do Monte Castelo, São Luis, no próximo 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Oficina Meliponicultura Ativa, da qual participarão criadores de abelhas sem ferrão, técnicos de órgãos públicos e de organizações da sociedade civil, especialistas das Universidades, estudantes e professores.

 

Durante todo o dia, os assuntos trabalhados serão, pela manhã, os aspectos políticos do processo de legislação da meliponicultura no Maranhão e no Brasil; pela tarde, serão abordados os aspectos técnico e científicos das normas oficiais da criação de abelhas nativas.

 

À noite, acontecerá um curso rápido sobre as abelhas sem ferrão para estudantes de licenciatura e professores de biologia e ciências naturais. O conteúdo será apresentado pelos professores Me.Cíntia Pacheco (PGAN/UFMA), Dra. Eleuza Tenório (UEMA) e Dr Murilo Drummond (PGAN/UFMA).

 

A iniciativa da Oficina é da Amavida. Participam da promoção a Associação Agroecológica Tijupá, o IFMA-Monte Castelo, a AGED, o Programa Abelhas Nativas/UFMA, a UEMA,  ISPN e a ASAMaranhão.

 

As vagas presenciais são limitadas. Haverá transmissão on-line em tempo real pela web pelo site scienteveritas.com.br. Já está disponível o link para as inscrições, que são gratuitas: https://bit.ly/2w844EU.

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Avança a regulamentação da meliponicultura - 1

Por : João O Malheiros 29/04/2019

Um resultado do aumento do interesse da sociedade pela proteção, conservação, manejo sustentável das abelhas nativas, sem ferrão, as nossas melíponas, e da potencialidade de mercado da sua criação, é o crescente interesse dos agentes públicos de diferentes níveis do Estado de criar normas, estabelecer regulamentos e, naqueles onde este processo está mais avançado, promulgar legislações estaduais.

 

Não temos notícias de iniciativas municipais. No plano federal há o registro de pequenas alterações na regulação do CONAMA, que serão comentadas oportunamente. O que está acontecendo é que diversos Estados estão, em diferentes estágios, se preocupando em, ao legislar sobre a meliponicultura, não repetir o erro de equiparar a atividade com a dominante apicultura, entendida esta como a criação de abelhas da espécie exótica Apis mellifera e derivadas.

 

Um pequeno recorte para um quadro nacional, ainda incompleto:

 

Maranhão – Desde outubro de 2017 está em vigor uma portaria da Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA, fruto do diálogo entre pesquisadores, ministério público, técnicos e gestores da Secretaria, meliponiculores e ambientalistas dedicados à conservação de abelhas sem ferrão no Estado.

 

Rio Grande do Norte – Uma lei sobre a criação, o comércio de colônias e produtos e o transporte de abelhas em ferrão foi sancionada pela governadora do Estado no dia 1º de fevereiro deste ano, após aprovada na Assembleia Legislativa. Há possibilidade agora de certificação da procedência e de adoção de selo de qualidade, diz a associação dos meliponicultores potiguares

 

São Paulo – Um projeto de lei tramita desde 2015, tendo parecer favorável das três comissões que o analisaram e tem a tramitação em regime de urgência aprovada, mas ainda não foi votado em Plenário. 

 

Espírito Santo – Não há lei estadual, mas já há um Comitê Gestor, formado a partir de um grupo de trabalho com participação de pesquisadores e meliponicultores, que está articulado com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal para a elaboração da legislação estadual. Já foi publicado um RegulamentoTécnico de Identidade e Qualidade do Mel de Abelha sem Ferrão.

 

Hoje ficamos neste ponto. Voltaremos ao assunto num próximo post com informações sobre regulamentações na Bahia, Paraná, Amazonas, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina... Também analisaremos, na sequência, alguns aspectos destas regulamentações à luz do conteúdo de nossos cursos da série sobre Meliponicultura Ecossistêmica e da experiência do Projeto Abelhas Nativas.

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